EDUCAÇÃO EM ENGENHARIA E A POLÍTICA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DE 2025
Palabras clave:
Política de Educação a Distância, cursos de Engenharia, semipresencialResumen
A educação superior a distância no Brasil expandiu-se significativamente nos últimos anos, a partir do reconhecimento da modalidade de ensino em 2005 e, em especial, das flexibilizações legais ocorridas em 2017, o que gerou debates em diferentes instâncias da sociedade. A publicação da nova Política de Educação a Distância, em maio de 2025, representa uma atualização no marco regulatório do país, estabelecendo três formatos de oferta para os cursos de graduação. Para as Engenharias, foi proibida a oferta de cursos a distância, e o formato semipresencial passou a impor diversas exigências. Com base em uma pesquisa bibliográfica e documental, o objetivo do artigo é discutir, de forma exploratória, os possíveis impactos da nova Política de EaD nos cursos de Engenharia em funcionamento no país, assim como na criação de novos cursos. Verifica-se que serão necessárias adaptações na infraestrutura física, no corpo docente, na avaliação da aprendizagem e em outros aspectos, o que pode representar um desafio e reduzir a demanda por cursos semipresenciais. Por outro lado, é possível apontar a existência de uma experiência exitosa de graduação semipresencial em Engenharia no Ensino Superior público brasileiro, que pode servir de referência para outras iniciativas. A discussão é recente e poderá trazer inúmeros desdobramentos além dos já identificados, demandando debate constante.
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