ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO NO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ/PR: ANÁLISE DOS ESPAÇOS FÍSICOS

Autores/as

  • Alisson Leandro Diniz de Queiroz Centro Universitário Ingá (Uningá)
  • Diego Vieira Ramos Centro Universitário Ingá (Uningá)

Palabras clave:

campus universitário, Desenho Universal, espaço construído, mobilidade urbana

Resumen

Acessibilidade é a condição que permite a todas as pessoas o acesso seguro e autônomo aos espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, serviços e oportunidades abertas ao público, de uso público ou privado. Promover a acessibilidade é remover barreiras que impedem as pessoas com deficiência de participar de simples atividades do cotidiano, sendo determinante para garantir o acesso a direitos individuais básicos. Quando aplicada ao ambiente universitário, a acessibilidade mostra-se fundamental para a garantia do direito à educação e aos demais serviços urbanos. Isso porque as Instituições de Ensino Superior (IES) exercem papel fundamental na transformação da realidade de uma sociedade, pois incentivam a sociabilidade, a civilidade, a democracia, a fraternidade, a igualdade e a humanidade. Nesse contexto, a pesquisa tem como objetivo verificar as condições de acessibilidade no campus do Centro Universitário Ingá (Uningá), localizado na cidade de Maringá/PR. De caráter qualitativo, a pesquisa adota como procedimentos de análise a revisão da literatura especializada e a observação em campo. Na primeira etapa, foram consultadas bases de dados de referência no âmbito científico, como Google Acadêmico, SciELO, EBSCO, ScienceDirect, Scopus, Web of Science, entre outras. No segundo momento, o foco esteve na verificação da existência e das condições de uso de rampas de acesso, pisos táteis, vagas de estacionamento exclusivas, sinalizações visuais e sonoras, iluminação adequada e boa circulação de pedestres. Como parâmetros de estudo, foram incorporados os aspectos técnicos contidos na norma técnica de acessibilidade (NBR 9050) (ABNT, 2020) e na Lei nº 7.853/1989 (Brasil, 1989). Como resultado, verificou-se que os trechos analisados não podem ser considerados totalmente adequados para receber, com autonomia, conforto e segurança, pessoas com diferentes tipos de deficiência. Isso demanda adequações pontuais e estruturais, como a continuidade e a manutenção dos pisos táteis, a instalação de botoeiras acessíveis e a implementação de áreas de descanso sinalizadas.

Referencias

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Publicado

2026-08-27